quarta-feira, 5 de novembro de 2008

(Re)significando a educação!

Pensar em tecnologias digitais é dar-se conta do presente e perceber o futuro próximo. Ainda que haja traços de uma sociedade "ultrapassada" (escolas com salas de aula fechadas, quadro-negro, ..), nosso mundo globalizado e informatizado já possui altas tecnologias que permitem um "criar asas" e construir conhecimentos e competências que fogem de uma grade curricular "engessada" e de uma sala de aula "fechada" para o saber.
A educação do futuro certamente será diferente desta que atualmente nos deparamos. Entretanto, há uma urgente necessidade de se (re)pensar essa educação que aqui se encontra para possibilitar múltiplos olhares e grandes mudanças na futura educação. Levando em conta a presença tão rica das tecnologias na educação, podemos descartar os boletins, as turmas seriadas, os currículos pré-estipulados e os conteúdos fragmentados.
Tudo se torna únioco e complexo: os conteúdos partem do interesse dos alunos, havendo motivação e participação ativa constante na construção dos conhecimentos. A educação do futuro será (deverá ser) imbricada de relações, de construções e possibilidades.
"Educar será, portanto, desenvolver processos abrangentes, segundo critérios como consistência, previsibilidade, motivação, envolvimento, performance, capacidade de articular conhecimentos, de comunicar-se e estabelecer relações." (RAMAL, 2000, p.2).
A avaliação não se dará partindo dos resultados obtidos pelos alunos, mas compreendendo seu processo, seu percurso na construção das aprendizagens. Para tanto, o aluno despertará um olhar refinado e esmiuçado em torno de suas pesquisas, coletando informações pertinentes e construindo conhecimentos necessários e significativos.
São por esses olhares, por essas reflexões, por esses anseios que a educação do futuro precisa ser focada. Uma educação onde o interacionismo seja a teoria da aprendizagem vigente.
Uma educação que forme "[...] um ser consciente e crítico, que dialogue com as diferentes culturas e os diversos saberes, que saiba trabalhar de forma cooperativa e que seja flexível, empreendedor e criativo para administrar sua carreira e sua vida pessoal, social e política." (RAMAL, 2000, p.3).

Para saber mais sobre o assunto, acesse:
http://www.idprojetoseducacionais.com.br/artigos/Avaliar_na_Cibercultura.pdf

2 comentários:

Iria M. Urnau disse...

De fato são reflexões importantes para todos os envolvidos na educação. Todos precisam investir em aprendizagem permanente.
Gostei do blog de vocês, é bastante rico.

Julia disse...

Obrigada colega!
Estamos buscando construir o máximo de aprendizagens possíveis!