domingo, 30 de novembro de 2008

Um olhar atento...


Um misto de indagações e reflexões

From: Juliap,
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quarta-feira, 26 de novembro de 2008




Na Vila Farrapos em Porto Alegre encontra-se uma unidade da fundação Fé e Alegria , instituição voltada para a educação popular. Em contato com esta instituição, verificamos que o PPP da mesma encontra-se em vias de elaboração, muito embora em algumas áreas especificas já existam propostas bem elaboradas, como por exemplo aqueles das aulas de informática. As aulas de informática são oferecidas para todos os alunos entre cinco e quinze anos de idade. Para os alunos menores as aulas de informática têm como objetivo ajudar no desenvolvimento de habilidades e na autonomia do raciocínio lógico. Já para os maiores, o acesso à tecnologia digital permite a construção de conhecimento, de consciência ética – e este ponto aplica-se também os menores - e, principalmente, providencia a formação Professional.
Um pouco da história de Fé e Alegria

“Lá, onde termina o asfalto
e a cidade muda de nome,
começa Fé e Alegria...”.
Pe. José Maria Vélaz, s.j.

Foi com o contato direto com a vida dos mais empobrecidos, com suas carências e necessidades, que deu lugar à criação do Movimento Fé e Alegria. Nasceu na Venezuela, no ano de 1955, como uma entidade não governamental de solidariedade social e desde então soma esforços com a sociedade e o Estado na criação e manutenção de serviços educativos e sociais nas periferias das grandes cidades e na realidade rural.
Na busca por respostas às urgências de alunos, famílias, comunidades e outros parceiros, a proposta educativa de Fé e Alegria se concretiza de diversas formas nos países onde está presente, buscando respostas significativas desde e com as comunidades. O jesuíta José Maria Vélaz, visionário audaz, foi o fundador deste movimento há 50 anos atrás, quando coordenou algumas organizações sociais na Venezuela. De Caracas, estendeu-se logo ao Equador (1964), Panamá (1965), Peru (1966), Bolívia (1966), El Salvador (1969), Colômbia (1971), Nicarágua (1974), Guatemala (1976), Brasil (1981), República Dominicana (1990), Paraguai (1992), Argentina (1995), Honduras (2000), Chile (2004) e em 2006 chegou também ao Haiti.
Em 1985 se estabeleceu na Espanha como uma plataforma de apoio aos países latino americanos e para divulgação dos trabalhos do Movimento na Europa e desde 1999 redefine sua missão para assumir novos caminhos no campo da cooperação e desenvolvimento com o nome de Fundación Entreculturas – Fé y Alegría.

A Fundação Fé e Alegria do Brasil Sub-Regional Rio Grande Do Sul.
Rua Monsenhor Zeno Marques, n°7, 2° andar, quadra 3 –
Bairro Farapos Cep: 90250-470 P.O.A
Fone/fax(51)3325.0679
Felician Abraham


quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Análise do PPP
Ao analisar o PPP da escola de Educação Infantil Municipal de Esteio, percebe-se que a proposta de currículo utilizada é a Sócio-cultural-interacionista, onde é trabalhado os elementos do cotidiano presente na realidade de cada um, partindo daí se utiliza a metodologia de “Tema Gerador” para ser feito o planejamento.
Em relação às aulas de informáticas, não existe nenhum dado referente no documento, muito menos falando sobre o planejamento dessas aulas utilizando esse espaço. Existe um projeto “LATED na hora do conto”, mas não está inserido no PPP esse projeto, só é citado que existem projetos de suporte pedagógicos administrado por professoras, mas não encontramos no documento explicações sobre o projeto de informática.
Tendo em vista essa análise, percebe-se que a escola ainda não está dando a devida importância e valorização para esse projeto nem ao espaço de informática proporcionado aos alunos, pois o documento a recém foi reconstruído e ainda não está adequando as mudanças tecnológicas existente dentro e fora da escola.


terça-feira, 18 de novembro de 2008

Um misto de certezas e indagações

A construção desse blog tem apontado para uma série de questionamentos e evidências. Não há como negar a grandiosa relação, cooperação e interação existente entre o grupo quando o projeto de aprendizagem realizado condiz com os interesses, curiosidades e necessidades dos envolvidos nesse processo. Um blog (e conseqüente projeto de aprendizagem) demanda constante pesquisa, reflexão, análise, desconstrução e reconstrução. Para tanto, pensar nessa era da informação sem deslocarmos o conceito de conteúdos prontos e compactados para um olhar ao que realmente queremos aprender é desconsiderar todo esse mundo virtual que se apresenta fantasticamente em nossa sociedade.
Por tudo isso, acreditamos que, sem interação (interatividade mútua), as aprendizagens não são nada significativas.

[...] um software interativo é aquele que, entre outras características, contempla o aporte técnico do hipertexto, possibilitando ao usuário do programa indexar e buscar informações de acordo com o seu interesse, permitindo, dessa forma, que os conceitos a serem apreendidos, obedeçam à lógica do seu raciocínio e não à estabelecida pelo programador daquele software. (AIRES;ERN, 2002, p.82).

Nesse sentido, acreditamos que o blog precisa ser um sistema aberto, de fluxo dinâmico e interface virtual constante, possibilitando movimentação fácil aos usuários e oportunizando relações significativas entre os saberes apresentados. Tendo essas certezas em mente, percebemos que já está mais do que na hora de educadores (re)pensarem suas práticas educativas tecnicistas e tradicionais. É tempo de educadores compreenderem que:


Os ambientes educativos devem ter como foco central a autonomia, a criatividade e o espírito investigativo. Com esse desafio presente, o professor precisa optar por metodologias que contemplem o paradigma emergente, a partir de contextualizações que busquem levantar situações-problema, que levem a produções individuais e coletivas e a discussões críticas e reflexivas, e, especialmente, que visem à aprendizagem colaborativa. (BEHRENS, 2005, p.77).

Precisamos mudar, transformar e qualificar!

Para maiores aprendizagens, acesse:

http://www.unisinos.br/pastanet/arqs/0716/2622/softwares_educativos.pdf

http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/2sf.pdf






terça-feira, 11 de novembro de 2008

Analisando o PPP

A partir das entrevistas e com o intuito de compreender se as aulas de informática nas escolas pesquisadas estão de acordo com a propostas dessas instituições, partimos agora para a análise dos Projetos Político-Pedagógico (PPPs) desses lugares.

O PPP da escola privada localizada em Bento Gonçalves, referente às aulas de informática na Educação Infantil aponta que o laboratório de informática é uma sala ambiente que tem como objetivo ajudar no desenvolvimento do raciocínio lógico, habilidades, construção de conhecimento e autonomia dos educandos.
Dentro dos objetivos da educação infantil encontra-se " preparar os cidadãos para o uso consciente e ético das tecnologias."
Esses foram os breves e únicos espaços dentro do PPP da escola que tratam da questão das aulas de informática para os pequenos.

Manter um olhar atento ao que aponta o PPP da escola e refletir sobre as entrevistas das professoras é perceber se existe um "caminhar junto", uma coerência entre o discurso e a prática dessas auals de informática. Será que não está sendo contraditório (discurso, proposta da escola e prática pedagógica0?
Agora, muito a se refletir...

domingo, 9 de novembro de 2008

Software Educacional Infantíl

Software Educacional Infantil
Autora: Tania Assunção ("Tia Tania")Artigo para o site www.megafile.com.br - Rio de Janeiro - 2003.e-mail: tia.tania@megafile.com.br
Professora de Educação Infantil e Coordenadora Pedagógica do Projeto Educacional da empresa MegaFile Informática.

O computador e as novas Tecnologias já são uma realidade. Sua importância e eficiência na vida profissional e nas pesquisas escolares já não são mais questionadas. Mas uma dúvida frequente é a idade em que a criança deve ter os primeiros contatos com o computador.
Para responder a essa questão, faremos uma analogia com a televisão, que também é um meio de transmissão de informação, mas que por si só não garante o conteúdo educacional, ou seja, necessita de uma programação específica e apropriada para que cumpra tal finalidade. Porém, mesmo sem garantia do benefício educacional, a televisão está presente na maioria dos lares, fascinando e prendendo a atenção das crianças. O mesmo podemos considerar em relação ao computador, que também requer programas especializados para assumir o papel pedagógico.
Na Educação Infantil, na faixa etária de 2 a 5 anos, o contato com o computador e com outras tecnologias avançadas não é imprescindível e por isso também não devem ser forçadas. Mas se tais tecnologias já fazem parte do cotidiano da criança (no lar, na escola ou na casa de colegas), e ela demonstra interesse ou curiosidade, então deve-se avaliar qual o conteúdo mais apropriado a ser disponibilizado.
O Software Educacional Infantil deve ser acima de tudo muito simples e intuitivo, com muitas imagens e cores e sons interessantes. Deve estimular o máximo as aptidões que estão sendo desenvolvidas. O conteúdo educacional deve ser passado de forma subliminar, pois para a criança o que importa é a diversão. Os jogos educacionais não devem exigir muito da criança, que ainda se encontra em fase de desenvolvimento de suas habilidades, como por exemplo a coordenação motora fina. O acompanhamento do educador ou do responsável também se faz necessário nessa idade, no intuito de direcionar as melhores práticas e tornar mais proveitoso tal atividade. Outro ponto importante é saber dosar sua aplicação para não prejudicar o pleno desenvolvimento em outras áreas (como sua socialização, desenvolvimento físico e emocional, etc).
O computador com toda a sua interatividade e riqueza multimídia é contagiante, mas para a criança deve ser encarado apenas como uma ferramenta a mais de estímulo.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Nova era na educação
A educação vem se modificando ao longo dos anos de forma lenta, não acompanhando na mesma rapidez a modificação que a sociedade vem sofrendo. Percebe-se que a escola é distante e inacessível a essas transformações tecnológicas que estão a todo o vapor inundando a vida de todos. Até existe movimentos da parte da escola para se adequar à nova era da tecnologia, mas ao fazermos nosso projeto de aprendizagem percebemos que a escola está utilizando muito pouco e muitas vezes de forma equivocada essa ferramenta fundamental e importante que são as tecnologias, que já estão inseridas no ambiente escolar, só falta saber usufruir e interagir com ela.
Ao refletir sobre o texto “Avaliar na cibercultura”, percebe-se que ainda temos muitos caminho a percorrer para chegarmos ao ponto de avaliar o aluno da forma que se descreve no texto. A autora relata que:

(..) a avaliação escolar deverá se tornar uma verificação não da memória do
aluno, mas sim de suas condições para, em pouco tempo, encontrar informações
necessárias para sua pesquisa em meio à infinidade de sites, livros,jornais
e canais de TV, selecionar o que é relevante e pertinente e utilizar esses
dados gerados novos conhecimentos a serviços dos demais, como leitor-autor,
sujeitos da comunicação e do processo cognitivo.(RAMAL,2000,p.3)
Essa forma de avaliar o aluno está distante da forma atual, pois o que se avalia é o que o aluno foi capaz de memorizar e não o processo que utilizou para aprender.
Ao fazer um paralelo entre o texto e a nossa experiência ao construirmos e vivenciarmos um projeto de aprendizagem percebe-se que estamos muito próximos à realidade descrita no texto, pois, estamos sendo leitores-autores de um projeto onde interagindo e pesquisando construímos um blog com as informações que nós selecionamos, escolhemos a metodologia que iríamos utilizar como observação, análise de dados, de documentos e entrevistas, escolhemos vídeos e sites interessantes sobre o assunto, e a cada dia procuramos enriquecer mais nosso espaço que tem a nossa cara, nossa identidade.
Devemos repensar sobre como podemos trazer para a sala de aula atual essa nova forma de aprender para que esse futuro tão utópico chegue o mais breve possível à realidade não só na educação, mas na vida de todos nós.
Mais informações:

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

(Re)significando a educação!

Pensar em tecnologias digitais é dar-se conta do presente e perceber o futuro próximo. Ainda que haja traços de uma sociedade "ultrapassada" (escolas com salas de aula fechadas, quadro-negro, ..), nosso mundo globalizado e informatizado já possui altas tecnologias que permitem um "criar asas" e construir conhecimentos e competências que fogem de uma grade curricular "engessada" e de uma sala de aula "fechada" para o saber.
A educação do futuro certamente será diferente desta que atualmente nos deparamos. Entretanto, há uma urgente necessidade de se (re)pensar essa educação que aqui se encontra para possibilitar múltiplos olhares e grandes mudanças na futura educação. Levando em conta a presença tão rica das tecnologias na educação, podemos descartar os boletins, as turmas seriadas, os currículos pré-estipulados e os conteúdos fragmentados.
Tudo se torna únioco e complexo: os conteúdos partem do interesse dos alunos, havendo motivação e participação ativa constante na construção dos conhecimentos. A educação do futuro será (deverá ser) imbricada de relações, de construções e possibilidades.
"Educar será, portanto, desenvolver processos abrangentes, segundo critérios como consistência, previsibilidade, motivação, envolvimento, performance, capacidade de articular conhecimentos, de comunicar-se e estabelecer relações." (RAMAL, 2000, p.2).
A avaliação não se dará partindo dos resultados obtidos pelos alunos, mas compreendendo seu processo, seu percurso na construção das aprendizagens. Para tanto, o aluno despertará um olhar refinado e esmiuçado em torno de suas pesquisas, coletando informações pertinentes e construindo conhecimentos necessários e significativos.
São por esses olhares, por essas reflexões, por esses anseios que a educação do futuro precisa ser focada. Uma educação onde o interacionismo seja a teoria da aprendizagem vigente.
Uma educação que forme "[...] um ser consciente e crítico, que dialogue com as diferentes culturas e os diversos saberes, que saiba trabalhar de forma cooperativa e que seja flexível, empreendedor e criativo para administrar sua carreira e sua vida pessoal, social e política." (RAMAL, 2000, p.3).

Para saber mais sobre o assunto, acesse:
http://www.idprojetoseducacionais.com.br/artigos/Avaliar_na_Cibercultura.pdf